Translate

segunda-feira, 4 de maio de 2020

SE A CORDA ARREBENTAR.

Desta vez não é uma pessoa comum do povo que afirma a possibilidade de aplicação da intervenção militar prevista no artigo 142 da Constituição da República, mas sim um dos juristas mais renomados do Brasil, Dr. Ives Granda, que assinou o artigo publicado no dia 02.05.2020 no Conjur. 

Não restam dúvidas que na ânsia de tomar o Poder a qualquer custo os antigos senhorios do país se uniram (políticos, magistrados, membros do MP, imprensa e empresários) e esticaram a corda por demais, rompendo os pilares que sustentam a nossa democracia justificando a possibilidade da intervenção militar, já que inviabilizaram o exercício da governabilidade pelo Presidente da República, frustrando o cumprimento da vontade popular e, por consequência, tornando sem efeito a principal cláusula constitucional que é aquela que diz que "Todo o Poder Emana do Povo" (artigo 1°, parágrafo único).

Infelizmente estamos sob a égide de uma ditadura do judiciário cumulada com a existência de uma maioria corrupta dentro das duas casas do Congresso Nacional, e o único remédio constitucional contra essa ditadura é o uso das armas, a intervenção militar, que poderão criar um Tribunal independente, denunciar, julgar e, se condenar, efetivar a prisão de todos os bandidos de toga e demais políticos que estavam sendo acobertados pelo Poder Judiciário. 

Mas vamos aguardar os próximos passos, pois ainda há tempo para que a aliança dos "antigos senhorios do país" que foram derrotados na última eleição voltem atrás e permitam que se cumpra a vontade popular devolvendo todos os Poderes ao Chefe do Executivo e restaurando a harmonia e independência dos Três Poderes.

por Pierre Lourenço.


 


sábado, 2 de maio de 2020

R$ 1 trilhão de reais, é o que custa o servidor público no Brasil!

Se os mais de 50 milhões de brasileiros que estão desempregados soubessem que se a União, Estados e Municípios cortassem por apenas um ano 50% do salário dos servidores públicos economizaria-se 500 bilhões de reais, o país nunca mais seria o mesmo. 

Esse valor é que o governo estima ter que gastar com a crise decorrente do isolamento social decretado pelos Estados e Municípios. Representa também mais da metade do valor que o governo iria economizar com a Reforma da Previdência em 10 anos.

Nem seria necessário cortar o salário de quem recebe abaixo de R$ 5 mil reais, podendo a economia ser maior ainda se impusesse um teto de R$ 10 mil reais.

O fato é que temos quase 200 milhões de brasileiros se sacrificando, perdendo seus empregos, suas atividades profissionais, suas rendas, seus comércios, enquanto a classe do funcionalismo público continua imune a crise.
por Pierre Lourenço.


Só a iniciativa privada paga o pato!

Quando os servidores públicos ajudarão a pagar a crise financeira criada pelo isolamento social? Será que só a iniciativa privada pode ficar desempregada, ter o salário reduzido e ver suas empresas falindo? O país gasta mais de R$ 1 trilhão de reais por ano com o servidor público e acho que todos eles devem pagar essa conta, já que nós pagamos os seus salários, principalmente aqueles que recebem mais de R$ 5 mil reais, por mês.

por Pierre Lourenço.

Quarentena é o que a esquerda precisa!

A esquerda quer tanto a quarentena e isolamento social, porque é a única forma de destruir a economia do Brasil e assim conseguir derrubar o Presidente Bolsonaro que estava levando o país para o maior crescimento econômico de nossa história. Lembro que a Dilma não caiu porque era corrupta, mas sim porque a economia do país estava em recessão, pois o povo brasileiro sempre tolerou bandidos no Poder, mas não tolera ficar sem o pão de cada dia na mesa. Então não caiam na conversa fiada da quarentena, pois isso não serve nem para combater o vírus nem para o progresso econômico.

por Pierre Lourenço.

SÉRGIO MORO, TUDO PREMEDITADO!


Repararam que o ex-ministro Sérgio Moro durante os 1 ano e 4 meses na frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e a frente da Polícia Federal dirigida por seu amigo, delegado Maurício Valeixo, não realizou nenhuma grande operação contra os crimes de colarinho branco das quais estávamos acostumados.

Além disso, não vimos nenhuma atuação do Ministério da Justiça para tentar derrubar a utilização das mensagens supostamente hackeadas de autoridades que atuaram na Operação Lava Jato. Ao contrário, teve um certo descaso, pois não entraram com nenhuma medida judicial para tentar anular a utilização daquele material nos processos da Lava Jato. Destaco que eu, pessoa física, cheguei a ingressar com uma Ação Popular para tentar derrubar a validação das mensagens hackeadas, então por que o ex-ministro da Justiça que tinha todos os recursos do Estado para isso não tentou fazer o mesmo?

Não podemos deixar de mencionar que a associação dos Policiais Federais (ADPF) em novembro de 2019 enviou ofício acusando o Ministério da Justiça, isto é, acusando o próprio Sérgio Moro, de sistematicamente estar "ignorando o ordenamento jurídico"; de não estar "zelando pela cooperação e bom entendimento entre os órgãos"; de praticar "injustiça de tratamento entre cidades"; e, estar excluindo a PF da "função precípua que é investigar".

Se rememorarmos os fatos, na verdade hackearam apenas os telefones dos procuradores do MPF, e, através desses aparelhos teria sido verificado a suposta troca de mensagens entre os procuradores com o então juiz Sérgio Moro, no entanto, curiosamente não captaram nenhuma mensagem diretamente do telefone de Sérgio Moro, pois este já teria desativado o aplicativo e trocado o aparelho antes do hackeamento.

Diante dessas últimas atitudes ingloriosas de Sérgio Moro como as de alta traição a Pátria; de egoísmo supremo contra o povo brasileiro; de necessidade extrema de valorização do ego; e, de descaso com a condução do ofício principal da Polícia Federal que é o dever de investigar, não acharíamos estranho se descobrissemos no futuro próximo que quem deu a dica para o suposto hackeamento foi o próprio Sérgio Moro que talvez tenha direcionado as conversas com os procuradores para justificar a anulação das condenações da Lava Jato, uma vez que quem trai tão covardimente, quem dissimula por tanto tempo ser alguém que não é, e quem conspira contra o próprio país coletando materiais ao longo do tempo para fazer o seu show, esta pessoa é capaz de fazer qualquer coisa pelo Poder.

Já há muito tempo Sérgio Moro está pré-candidato a Presidência da República, mas para isso se efetivar precisaria se desvincular do seu principal adversário e, se possível, eliminar o seu concorrente direto que é o Presidente Bolsonaro, tendo na cabeça dele talvez vindo a idéia mirabolante de criar materiais que justificariam, em tese, um processo de impeachment para que com isso seus aliados no Congresso Nacional tornassem inelegível o Presidente Bolsonaro. 

De tudo isso podemos confirmar a velha lição de que as aparências realmente enganam, e que aquele que tenta aparentar ser puro e correto, talvez tenha o sujo e errado em suas entranhas.

por Pierre Lourenço.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

CRUZ VERMELHA E A COVID-19


Esta publicidade da Cruz Vermelha ilustrada na imagem abaixo chama atenção para aquilo que o Presidente Bolsonaro vem falando há mais de dois meses, do que adianta decretar a quarentena se a miséria decorrente da mesma tem potencial para matar milhões de vezes mais que a Covid-19?

Ainda, se grande parte da população brasileira não possui condições para se higienizar, muito menos para se isolar em um ambiente digno, ou se nutrir com uma refeição adequada, como é que podem querer exigir que essa população fique em quarentena?

Quem não se lembra da fala usada repetidas vezes pelo ex-ministro da saúde que afirmava que "entre a ciência e achismos, eu fico com a ciência". Pois bem, diante desse discurso eu indago qual a base científica justifica a quarentena?

Eu respondo, nenhuma, pois não existem dados científicos para isso. Ao contrário, a mera análise dos dados estatísticos dos últimos meses esvaziam a falácia da eficácia da quarentena a partir do momento em que se verifica que na Itália onde está havendo a quarentena rígida há dois meses tivemos picos recordes de mortes crescentes por mais de cinco semanas.

Se a medida fosse eficaz a partir da segunda semana era para obrigatoriamente reduzir o número de contágio e mortes pela Covid-19 nos lugares onde se implementou a quarentena rígida, posto que o vírus permanece ativo no máximo por 15 dias.

Paralelamente à isso, no Japão que não decretou a quarentena e fica ao lado da China teve apenas uma centena de mortes até hoje.

Não podemos deixar de mencionar o caso da China que em seu vasto território e gigantesca população de mais de 1.4 bilhão de habitantes, apenas uma cidade com um pouco mais de 10 milhões de habitantes teve a quarentena rígida decretada, tendo o resto do país seguido sua rotina quase normal.

Então pergunto, qual modelo deveríamos adotar? A quarentena que matou milhares na Itália ou o modelo do Japão que venceu o vírus? Quem realmente quer salvar vidas já tem a resposta na ponta da língua, no entanto, alguns terão a dificuldade de reconhecer e negarão até a morte que a quarentena é um erro porque senão terão que dá razão ao discurso do Presidente Bolsonaro.

Por fim, não podemos enfrentar duas crises juntas, uma sanitária e outra econômica, sendo que se a economia quebrar não teremos recursos para combater a crise sanitária e que a miséria é a maior causa de mortes do mundo por conta da desnutrição, ausência de saneamento básico e aumento da violência.

por Pierre Lourenço.


terça-feira, 28 de abril de 2020

O SILÊNCIO DA OAB E DE SEU PRESIDENTE


Estamos presenciando uma série de violações de direitos constitucionais com práticas absurdas de proibição injustificada do exercício ao direito de locomoção, expressão e trabalho, com atos extremados de prisão de pessoas que não ofereciam a menor periculosidade.

O surgimento desses novos ditadores transvestidos de governadores e prefeitos nos traz nostalgia da época do Regime Militar, uma vez que nem em seus tempos mais críticos tivemos tamanha violação de direitos contra pessoas livres e que não praticaram nenhum crime.

Contudo, para a nossa surpresa a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, órgão que esperávamos estar combatendo todos esses excessos praticados por políticos, em razão de seu histórico de defesa da democracia e respeito aos direitos humanos não emitiu uma nota de repúdio, muito menos ajuizou uma ação sequer contra esses ataques aos direitos dos cidadãos.

É estarrecedor o silêncio da OAB, ainda mais de seu presidente Felipe Santa Cruz que até bem pouco tempo atrás esbravejava contra a época do Regime Militar, mas agora se cala como um ser acuado, o que nos faz questionar os verdadeiros motivos pelos quais o presidente da OAB não tomou nenhuma providência até hoje. De duas uma, ou ele concorda com o sistema ditatorial de governadores e prefeitos, defende a abolição dos direitos humanos e prisão de inocentes, tendo simulado sua indignação contra o Regime Militar brasileiro; ou ele está amedrontado, pressionado por prefeitos e governadores, e por isso faz vistas grossas aos atos criminosos praticados pelos mesmos.

O certo é que nada justifica o silêncio da OAB e de seu presidente Felipe Santa Cruz contra essas barbáries praticadas por autoridades públicas, sendo certo que em mais de 5 mil municípios sequer tiveram contaminação pelo Coronavírus e que os países que tiveram o menor número de mortes não realizaram a quarentena (Japão e Coreia do Sul). Nem a China ordenou a quarentena, tendo realizado o isolamento social apenas na cidade onde surgiu o vírus que tem menos de 1% da população total daquele país.

Na ciência do direito existe a técnica da ponderação que se vale de métodos para dissipar o conflito de normas, sem invalidá-las, procurando sempre a harmonização do sistema de forma que se garanta o direito à vida e saúde sem que se precise atacar os direitos a liberdade de locomoção, muito menos restringir o direito ao trabalho ou a liberdade de expressão. Por esse prisma, os Decretos estaduais e municipais que estão aniquilando os direitos dos cidadãos são inconstitucionais.

Questiono ainda a hipocrisia de determinadas autoridades que ordenaram a soltura de presos que se enquadravam no grupo de risco, a fim de evitar que os mesmos fossem contaminados pelo Coronavírus dentro das prisões. Ora, se já estavam presos, esses já estavam em quarentena com o completo isolamento social, não se justificando a soltura. Contudo, se foram soltos apenas os presos que pertencem ao grupo de risco, é porque as autoridades públicas entendem que é mais eficaz apenas o isolamento vertical, do grupo de risco, podendo os demais condenados da justiça continuar exercendo suas atividades comuns do dia-dia dentro dos presídios. Então por que não se aplica a mesma lógica as pessoas inocentes? Por que não aplica apenas a quarentena vertical, isto é, só do grupo de risco?

Estamos vivendo momentos difíceis, onde a razão, coragem e honestidade perderam lugar para a emoção, medo e falta de caráter, mas perseveraremos e lutaremos, pois dias melhores virão.

por Pierre Lourenço.