A política atual de quarentena não se trata de uma guerra contra o vírus chinês, mas sim de uma guerra comercial. Os decretos que ordenaram o fechamento de empresas e comércios tem apenas um objetivo: quebrar as empresas para que grandes investidores ligados à governadores e prefeitos comprem o fundo de comércio ou o próprio estabelecimento comercial a baixíssimo preço, pois qual sentido haveria em fechar shoppings e academias para combater o vírus quando ao mesmo tempo se permite o funcionamento de supermercados e farmácias!
por Pierre Lourenço.
Este canal é destinado ao enfrentamento dos temas políticos e jurídicos contemporâneos de nossa sociedade, destacando as idéias existentes sem deixar de fazer apontamentos críticos a respeito.
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quarta-feira, 20 de maio de 2020
A hipocrisia dos quarententistas ...
Será que os defensores da quarentena ainda estão trancados em casa até hoje? Será que ainda estão dispensando suas diaristas sem deixar de pagar o salário das mesmas? Já se passaram dois meses de quarentena e me pergunto se ainda possuem comida em casa. Pedir comida pelo aplicativo não vale, senão o defensor da quarentena estará condenando o entregador a morte pelo vírus. E, se saíram de casa alguma vez nesses dois últimos meses quebraram a quarentena, provaram que o vírus não é tão mortal assim e reconheceram que sempre estiveram errados.
por Pierre Lourenço.
por Pierre Lourenço.
O ENEM NÃO PODE PARAR!
Ontem, na calada da noite como sempre, o Senado aprovou um projeto que prevê a suspensão da prova do Enem, sem definir novo prazo, possivelmente querendo postergar a prova para 2021, uma vez que a prova já seria realizada no final do ano, em novembro de 2020, daqui a longo seis meses.
Ocorre que esta é uma decisão executiva do Ministério da Educação, não cabendo a intervenção externa de outro órgão, tendo novamente o Poder Legislativo destruído o princípio da Separação e Independência dos Poderes com o único objetivo de retalhar o ministro do MEC que é desafeto dos políticos do centrão e da esquerda.
Esta decisão precipitada e inconstitucional do Poder Legislativo terá como consequência a perda do ano letivo de milhares de estudantes que ficarão sem faculdade e sem emprego em 2021, deixando esse grande público abandonado a própria sorte.
Além disso, a suspensão do Enem gerará um desperdício gigantesco de dinheiro público, possivelmente na casa dos bilhões de reais, pois mesmo sem a realização de novas matrículas o Poder Público terá que pagar o salário de milhares de professores universitários e demais despesas das faculdades públicas, mesmo estando ociosas e sem qualquer utilização.
Conclusão, foi muita burrice do Senado, pois destruiu o sonho e a esperança de jovens, está atrasando a formação de futuros profissionais da área de saúde, do ramo da engenharia, do setor de humanas, dentre outras profissões, e de quebra está jogando no ralo bilhões de reais.
por Pierre Lourenço.
Ocorre que esta é uma decisão executiva do Ministério da Educação, não cabendo a intervenção externa de outro órgão, tendo novamente o Poder Legislativo destruído o princípio da Separação e Independência dos Poderes com o único objetivo de retalhar o ministro do MEC que é desafeto dos políticos do centrão e da esquerda.
Esta decisão precipitada e inconstitucional do Poder Legislativo terá como consequência a perda do ano letivo de milhares de estudantes que ficarão sem faculdade e sem emprego em 2021, deixando esse grande público abandonado a própria sorte.
Além disso, a suspensão do Enem gerará um desperdício gigantesco de dinheiro público, possivelmente na casa dos bilhões de reais, pois mesmo sem a realização de novas matrículas o Poder Público terá que pagar o salário de milhares de professores universitários e demais despesas das faculdades públicas, mesmo estando ociosas e sem qualquer utilização.
Conclusão, foi muita burrice do Senado, pois destruiu o sonho e a esperança de jovens, está atrasando a formação de futuros profissionais da área de saúde, do ramo da engenharia, do setor de humanas, dentre outras profissões, e de quebra está jogando no ralo bilhões de reais.
por Pierre Lourenço.
quinta-feira, 14 de maio de 2020
Sérgio Moro, o anjo caído!
Nesta manhã enquanto me arrumava assistindo o jornal, me veio a lembrança de um personagem bíblico que muito se assemelha ao personagem que Sérgio Moro se prestou a fazer nas últimas semanas e que está cada vez mais se apoderando da personalidade do personagem ao invés de se desfazer do mesmo no teatro que ele criou.
O personagem que me veio em mente é o do anjo caído, Lúcifer que era tido como o anjo mais belo do reino dos céus, mas que por uma questão de vaidade, o orgulho corrompeu o seu ser e passou a se achar maior do que Deus, cobiçando o trono Divino, vindo com isso a ser expulso do reino dos céus junto com a terça parte dos anjos que se aliaram ao anjo traidor.
O livro de Isaías retrata como aquele anjo que traiu a Deus e se corrompeu foi atirado à terra:
“Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você, que dizia no seu coração: "Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo". Mas às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo!” (Isaías 14:12-15).
Já no livro de Ezequiel afirma que o orgulho corrompeu a sabedoria de Lúcifer, vindo ele a pecar contra o Criador:
“Seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. Por isso eu o atirei à terra; fiz de você um espetáculo para os reis. Por meio dos seus muitos pecados e do seu comércio desonesto você profanou os seus santuários. Por isso fiz sair de você um fogo, que o consumiu, e reduzi você a cinzas no chão, à vista de todos os que estavam observando” (Ezequiel 28:17-18).
Ainda, na literatura bíblica não poderíamos deixar de mencionar o milenar provérbio salomônico que diz “A soberba precede à ruína; e o orgulho, à queda” (Provérbios 16:18).
O personagem que me veio em mente é o do anjo caído, Lúcifer que era tido como o anjo mais belo do reino dos céus, mas que por uma questão de vaidade, o orgulho corrompeu o seu ser e passou a se achar maior do que Deus, cobiçando o trono Divino, vindo com isso a ser expulso do reino dos céus junto com a terça parte dos anjos que se aliaram ao anjo traidor.
O livro de Isaías retrata como aquele anjo que traiu a Deus e se corrompeu foi atirado à terra:
“Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você, que dizia no seu coração: "Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo". Mas às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo!” (Isaías 14:12-15).
Já no livro de Ezequiel afirma que o orgulho corrompeu a sabedoria de Lúcifer, vindo ele a pecar contra o Criador:
“Seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. Por isso eu o atirei à terra; fiz de você um espetáculo para os reis. Por meio dos seus muitos pecados e do seu comércio desonesto você profanou os seus santuários. Por isso fiz sair de você um fogo, que o consumiu, e reduzi você a cinzas no chão, à vista de todos os que estavam observando” (Ezequiel 28:17-18).
Ainda, na literatura bíblica não poderíamos deixar de mencionar o milenar provérbio salomônico que diz “A soberba precede à ruína; e o orgulho, à queda” (Provérbios 16:18).
O fato de Sérgio Moro querer a divulgação de todo conteúdo do vídeo da reunião ministerial, demonstra que ele está com a única intenção de tentar derrubar o Presidente da República, uma vez que o vídeo deveria permanecer em sigilo, sendo certo que se fosse divulgar algum trecho para o público deveria ser apenas a parte que trata da discussão entre o Presidente e o ex-ministro. No entanto, Sérgio Moro quer que a íntegra do vídeo seja divulgada apenas para desgastar todos os ministros de estado com os membros dos demais poderes e com outras nações, em uma atitude mesquinha e infantil.
Parece que o orgulho e a vaidade de Sérgio Moro o fez perder a sabedoria que outrora possuiu, e a sede de Poder o fez perder a serenidade, humanidade e senso de justiça, o que o levou a afrontar aquele pelo qual ele devia lealdade e obediência. Por tal razão Sérgio Moro merece o mesmo destino do anjo caído, ser lembrado para sempre como um grande traidor.
Parece que o orgulho e a vaidade de Sérgio Moro o fez perder a sabedoria que outrora possuiu, e a sede de Poder o fez perder a serenidade, humanidade e senso de justiça, o que o levou a afrontar aquele pelo qual ele devia lealdade e obediência. Por tal razão Sérgio Moro merece o mesmo destino do anjo caído, ser lembrado para sempre como um grande traidor.
sexta-feira, 8 de maio de 2020
A confissão de Boulos!
Eis que vem a confissão por um dos líderes da esquerda. O 'lockdown', quarentena ou isolamento que alguns prefeitos e governadores estão decretando não é para salvar a vida de ninguém do Coronavírus, mas sim para tentar destruir o governo do Presidente Bolsonaro por meio da quebra da economia. Só trouxas não enxergam isso ...
A DITADURA É HOJE!
Agradeço aos governadores do RJ, SP, GO e PA, bem como a alguns juízes e promotores de justiça por ensinarem ao povo o que é ditadura, pois ficou claro para todos que o período de 1964 a 1985 foi apenas um governo militar, longe de ter sido uma ditadura, considerando que na época dos militares não foi ordenado o fechamento dos comércios, muito menos soldaram as portas para impedir a entrada de seus proprietários.
Tão pouco na época do governo militar foram presos trabalhadores, muito menos ocorreu a privação do ganha pão de cada dia.
Nem de longe houve a restrição do direito de locomoção, nem o fechamento de estradas ou o bloqueio de praias e praças, muito menos se cogitou a proibição do porte de armas e o rastreamento de pessoas.
Sequer se cogitou naquela época a ideia de proibir a realização de cultos e missas nas Igrejas, nem a aplicação de multa contra civis por não usarem máscaras de efetividade duvidosa.
Enfim, a verdade pode parecer chocante, principalmente para aqueles que viviam a falsa ilusão de que as décadas de 60 a 80 eram ruins, mas a verdade é essa, naqueles tempos antigos não havia ditadura, e sim a ditadura é o que vivemos hoje.
por Pierre Lourenço.
quinta-feira, 7 de maio de 2020
O 'lockdown' e direito a liberdade podem coexistir juntos?
Desde que passou o carnaval as autoridades públicas brasileiras passaram a defender a política de isolamento social mais rígida para combater o Coronavírus, querendo alguns governadores e prefeitos impor um regime de 'lockdown' que significa confinamento ou aplicar uma quarentena rígida contra a sociedade, sob o pretexto de reduzir o número de contaminados simultaneamente pelo vírus e assim não sobrecarregar os postos de saúde.
Ocorre que, desde quando o sistema público de saúde no Brasil não esteve sobrecarregado? E, por que os governadores passaram a se preocupar com o vírus somente depois do carnaval quando o vírus já estava no Brasil?
Se o sistema público de saúde sempre esteve sobrecarregado, por que essa preocupação exacerbada com a pandemia do Coronavírus, pois nunca as autoridades públicas brasileiras defenderam o confinamento em casa para acabar com o surto da Dengue ou do H1N1, muito menos mandaram todos pararem de utilizar veículos automotores para acabar com as mortes por acidente de transito que por vezes passa dos 60 mil por ano. Então, se o motivo não é por conta da preocupação com a saúde pública, obviamente o motivo é político, sendo esta pandemia uma nova bandeira de campanha eleitoral da qual muitos políticos viram uma oportunidade para tentar derrubar seus opositores e captar votos.
Contudo, me preocupo com o acirramento dos ânimos na sociedade brasileira, entre aqueles que defendem o ‘lockdown’ (confinamento) ou quarentena horizontal (rígida de todos) com aqueles que defendem a manutenção de seus direitos a liberdade (liberdade de ir e vir, de trabalhar, de lazer e etc), uma vez que as discussões estão ultrapassando o limite do discurso e chegando as vias de fato, onde a violência pode vir a tomar conta da sociedade, sendo certo que este dilema não tem a menor razão de ser, considerando que o direito e a ideia de um grupo não ofende nem interfere a proposta do outro.
Se temos dois grupos em que um defende o ‘lockdown’ (confinamento) e o outro grupo defende a liberdade, o exercício do direito ao confinamento do primeiro grupo é perfeitamente aplicável sem o prejuízo do exercício do direito a liberdade do segundo grupo.
Então, para aqueles que pertencem ao primeiro grupo que defende o ‘lockdown’ (confinamento) ou quarentena horizontal (rígida de todos), esses não devem se preocupar com o fato dos membros do segundo grupo que defendem o direito a liberdade optarem por manter sua rotina normal, pois os membros do primeiro grupo não serão contaminados pelo segundo grupo se de fato permanecerem em isolamento. Quem defende esse tipo de medida extrema de isolamento, se cumprir o que defende, nunca será contaminado por conta do ato de terceiros que priorizam outras questões que entendem ser mais relevantes do que o risco de contágio pelo vírus.
Portanto, os defensores do ‘lockdown’ (confinamento) ou quarentena só criticam aqueles que defendem o exercício do seu direito a liberdade porque eles mesmos sabem que não cumprirão o isolamento que tanto defendem, mas isso não justifica que os defensores do 'lockdown' impeçam que as demais pessoas exerçam plenamente seus direitos da liberdade, direito esse que é sagrado e Constitucional.
por Pierre Lourenço.
Ocorre que, desde quando o sistema público de saúde no Brasil não esteve sobrecarregado? E, por que os governadores passaram a se preocupar com o vírus somente depois do carnaval quando o vírus já estava no Brasil?
Se o sistema público de saúde sempre esteve sobrecarregado, por que essa preocupação exacerbada com a pandemia do Coronavírus, pois nunca as autoridades públicas brasileiras defenderam o confinamento em casa para acabar com o surto da Dengue ou do H1N1, muito menos mandaram todos pararem de utilizar veículos automotores para acabar com as mortes por acidente de transito que por vezes passa dos 60 mil por ano. Então, se o motivo não é por conta da preocupação com a saúde pública, obviamente o motivo é político, sendo esta pandemia uma nova bandeira de campanha eleitoral da qual muitos políticos viram uma oportunidade para tentar derrubar seus opositores e captar votos.
Contudo, me preocupo com o acirramento dos ânimos na sociedade brasileira, entre aqueles que defendem o ‘lockdown’ (confinamento) ou quarentena horizontal (rígida de todos) com aqueles que defendem a manutenção de seus direitos a liberdade (liberdade de ir e vir, de trabalhar, de lazer e etc), uma vez que as discussões estão ultrapassando o limite do discurso e chegando as vias de fato, onde a violência pode vir a tomar conta da sociedade, sendo certo que este dilema não tem a menor razão de ser, considerando que o direito e a ideia de um grupo não ofende nem interfere a proposta do outro.
Se temos dois grupos em que um defende o ‘lockdown’ (confinamento) e o outro grupo defende a liberdade, o exercício do direito ao confinamento do primeiro grupo é perfeitamente aplicável sem o prejuízo do exercício do direito a liberdade do segundo grupo.
Então, para aqueles que pertencem ao primeiro grupo que defende o ‘lockdown’ (confinamento) ou quarentena horizontal (rígida de todos), esses não devem se preocupar com o fato dos membros do segundo grupo que defendem o direito a liberdade optarem por manter sua rotina normal, pois os membros do primeiro grupo não serão contaminados pelo segundo grupo se de fato permanecerem em isolamento. Quem defende esse tipo de medida extrema de isolamento, se cumprir o que defende, nunca será contaminado por conta do ato de terceiros que priorizam outras questões que entendem ser mais relevantes do que o risco de contágio pelo vírus.
Portanto, os defensores do ‘lockdown’ (confinamento) ou quarentena só criticam aqueles que defendem o exercício do seu direito a liberdade porque eles mesmos sabem que não cumprirão o isolamento que tanto defendem, mas isso não justifica que os defensores do 'lockdown' impeçam que as demais pessoas exerçam plenamente seus direitos da liberdade, direito esse que é sagrado e Constitucional.
por Pierre Lourenço.
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